Painel do Rio Doce

O Painel

O Painel do Rio Doce foi constituído em 2017 como um Painel Independente de Assessoria Técnica e Científica (ISTAP), uma ferramenta valiosa para abordar questões controversas sobre conservação e desenvolvimento com o objetivo de produzir soluções cientificamente robustas e equitativas.

No contexto da Bacia do Rio Doce, o objetivo do Painel é produzir recomendações técnicas e científicas à Fundação Renova e outros atores envolvidos no processo de restauração e avaliar o trabalho que está sendo realizado na região com foco na saúde e resiliência dos ecossistemas no longo prazo e na promoção do desenvolvimento social e econômico sustentável.

Composto por especialistas nacionais e internacionais, o Painel reúne profissionais com diversas habilidades técnicas, qualificações acadêmicas e conhecimento local necessários para produzir estudos multidisciplinares e integrados. Todos os membros do Painel foram selecionados através de um processo de candidatura competitiva e seguem as habilidades determinadas pelos seus Termos de Referência.

Para receber informações sobre o Painel do Rio Doce, cadastre-se pelo link: https://www.iucn.org/rio-doce-panel/panel/newsletter

PRESIDENTE E MEMBROS

Em junho de 2017, a UICN anunciou Yolanda Kakabase, ambientalista reconhecida mundialmente e ex-presidente da UICN, como presidente do Painel Rio Doce. (Veja o anúncio aqui.)

Os outros membros foram selecionados através de um processo aberto e competitivo.

O painel é atualmente composto por:

  • Yolanda Kakabadse, Presidente do Painel do Rio Doce. Ex-Presidente da UICN, ex-ministra do Meio Ambiente do Equador; vive em Quito, Equador. GOVERNANÇA

  • Francisco Barbosa, PhD, vice-presidente do Painel, professor de Ecologia de Água Doce e Limnologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), vive em Belo Horizonte, Brasil. BIOLOGIA DE ÁGUA DOCE

  • Christianne Maroun, DSc, Professora de Engenharia Ambiental da PUC-Rio, vive no Rio de Janeiro, Brasil. GESTÃO DA ÁGUA E QUÍMICA AMBIENTAL

  • Jonathan Renshaw, PhD, especialista independente em desenvolvimento social, pesquisador na área de Antropologia Social, vive em Folkstone, Reino Unido. DESENVOLVIMENTO SOCIAL

  • Luis E. Sánchez, PhD, Professor de Engenharia de Mineração da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo; vive em São Paulo, Brasil. ENGENHARIA E AVALIAÇÃO DE IMPACTO

  • Maria Cecília Wey de Brito, MSc, Membro do Instituto EKOS Brasil; ex-secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente do Brasil, vive em São Paulo, Brasil. GESTÃO DE PAISAGENS E BIODIVERSIDADE

  • Peter H. May, PhD, Professor do Departamento de Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), vive em Nova Iorque, EUA. RECURSOS NATURAIS E ECONOMIA ECOLÓGICA

ANTIGOS MEMBROS

  • Luiza Alonso, brasileira, EdD, ex-professora de sociologia da Universidade Católica de Brasília; membro da FUNDHAM (Fundação Museu do Homem Americano). Luiza participou do Painel de setembro de 2017 a março de 2020.  SAÚDE, MEIO AMBIENTE E JUSTIÇA SOCIAL
  • Fernando V. Laureano, PhD, brasileiro, Professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; de Minas Gerais, Brasil. Fernando participou do Painel de junho de 2018 a agosto de 2019. GEOLOGIA
  • Keith Alger, americano, PhD, em Ciência Política pela Universidade de Wisconsin. Keith participou do Painel de setembro de 2017 a junho de 2018. GESTÃO DE ECOSSISTEMAS E GESTÃO DE RESTAURAÇÃO
  • Hubert Roeser, PhD, alemão, Professor do Departamento de Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Ouro Preto. Hubert participou do Painel de setembro de 2017 a junho de 2018. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL E HIDROLOGIA.

As breves biografias dos membros do Painel do Rio Doce podem ser encontradas nos documentos em inglês e português, com os Termos de Referência para os membros em inglês e português.

VISÃO E OBJETIVOS

A visão do Painel é a saúde e a resiliência ambiental e socioeconômica de longo prazo para a bacia do Rio Doce e a zona costeira adjacente. Esta visão deve ser alcançada através de uma abordagem integrada, baseada na natureza e ao nível de paisagem, a qual fará com que a bacia do Rio Doce seja uma referência para outras bacias.

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